domingo, 21 de junho de 2009

Bandalargah


De repente Bandalargah


Grupo dá roupagem própria aos covers e prepara composições

Mistura de pagode, forró e axé, com o melhor do MPB, sempre com um repertório bem variado. É claro que estamos falando da Bandalargah, grupo que está cada vez mais presentes na noite pelotense.

Foi meio que por acaso que a banda surgiu. Artur Leão, vocalista do grupo, conta que ele e Inácio Júnior (voz e violão) se conheceram por causa das namoradas, que são irmãs. O gosto pela música falou mais alto e no inicio de 2007 os dois resolveram tocar juntos. Depois foi só chamar Anderson (Percurssão), Felipe 'Bocão' (bateria), Everson 'Digo' (Percurssão) e Marcelo (baixo).

A turma toda trabalha, mas para eles a banda é muito mais que um hobby. "A música é um extra na nossa vida, um bom extra", diz Artur. Eles levam o extra a sério. No repertório, dá pra encontrar músicas antigas da MPB como Papel Machê e Byebye Tristeza e até um pop rock mais atual em Me leva pra casa e Vagabundo Confesso.



A idéia do pessoal para o futuro é começar a mostrar composições próprias. "A banda é nova no mercado, um ano e meio, estamos começando o trabalho de composições, que devem entrar na mídia nos próximos meses", explica Júnior. Para conhecer mais basta acessar o site da banda ou acompanhar o perfil dos caras no Orkut.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Rafael Velasco & banda


O som da diversão


Rafael, Ottoni e Alexandre fazem a música que o público gosta


Se você está ligado na noite pelotense provavelmente já ouviu falar de Rafael Velasco e banda. O grupo é sucesso em casas noturnas e eventos da cidade e promete colocar para balançar mesmo a platéia mais convencional. O estilo é o pop–rock, mas os caras garantem que quem manda é o público.

Juntos desde janeiro de 2008, a banda pelotense é formada por três universitários de 20 e poucos anos: Rafael Velasco (voz, violão e guitarra), Ottoni De Leon (baixo e vocais) e Alexandre De Leon (bateria e vocais). O repertório é bem eclético, mas sem perder a originalidade. "Nossas músicas ou são para dançar ou para cantar, se ninguém se mexer não serve", explica Rafael.

As principais referências vêm de baladas acústicas, do reggae, do rock e do samba-rock. Um CD também está nos planos do grupo, porém o trabalho será apenas de músicas próprias. Rafael, que também é vocalista da banda Vertigem, é o principal compositor do trio. "Eu já compunha muito para a Vertigem, mas agora é outro estilo, bem mais pop".

A banda tem sua página no site Bandas Gaúchas. Além disso, você pode curtir o som dos caras nesse vídeo no Youtube.

Ennox

Estilo próprio

Ennox cria musicalidade própria baseada no Poprock


Uma banda com um estilo diferente de tudo, mas baseado em clássicos do Poprock. É assim que os caras da banda Ennox gostam de se definir. Juntos desde 2006, Alisson Assumpção (guitarra), Henrique Padilha (voz e guitarra), Régis Santos (contrabaixo) e Vinícius Vasques (bateria) devem muito da formação da banda à Internet.


O nome surgiu por acaso, com inspiração em – pasmem! – um cortador de unhas. De lá pra cá, o grupo já gravou um CD e vem realizando shows pela cidade. “Em apenas um ano de banda nós já tínhamos um CD pronto. Nós gostamos de compôr”, explica Alisson. O estilo musical das composições não segue um rótulo definido. As influências vão desde acústicos a rocks mais trabalhados. “A gente não tem barreiras de estilo, no ensaio rola até pagode”, afirma Vinícius. Aliás, uma curiosidade é que todos começaram a vida musical tocando cavaquinho ao invés de guitarras.




Para saber mais sobre a Ennox acesse o Palcomp3 ou MySpace da banda.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Postmortem


Para sempre metal



Força do Death Metal é demonstrada nas melodias e vocais


A identidade Death Metal, com melodias pesadas e vocais rasgados, sempre teve tudo a ver com a banda pelotense Postmortem. Em 2004, os irmãos Bruno e Daniel Añaña decidiram criar um grupo de rock, e o chamaram de War Gods. De lá pra cá, com alguns integrantes a menos, outros a mais, a banda ganhou o nome de uma das músicas do Slayer. “Fez sentido porque todos somos fãs de Slayer”, conta o vocalista e guitarrista, Bruno Añaña. Além dele, compõe o grupo Mou Machado, na guitarra; Douglas Veiga, na bateria; e Matheus Heres, no baixo e nos vocais.

As influências musicais são variadas, ma
s não fogem ao bom e velho metal. Morbid Angel, Vader, Deicide, Cannibal Corpse e Nile são algumas das referências para o som. O estilo é marcado pela velocidade, agressividade e técnica aplicada nas músicas. Já a temática macabra, comum nas letras de Death Metal, é utilizada com cuidado. “O Death metal tem como característica abordar temas ocultistas nas letras, fazemos isso, mas de forma inteligente e relacionadas ao cotidiano”, explica Bruno.


Os shows na cidade e na região ajudam a divulgar a primeira demo da banda, Out of tomb, que traz uma introdução e quatro faixas próprias. O trabalho ainda é distribuído na França, Canadá, Malásia e Chile, graças a uma parceria com a gravadora francesa Maltkross. “Ter nosso som vinculado em lugares que nunca estivemos é muito bom, visto que no Brasil, o espaço para o metal é bastante restrito”, afirma Bruno. Um CD também está nos planos da Postmortem, que deve entrar em estúdio ainda esse ano.

domingo, 7 de junho de 2009

Lunar


Poesia em vários estilos


Lunar e a Companhia de São Jorge apresentam a poética gaúcha em forma de reggae, rock e MBP


A música com forma mais honesta de expressão. Mais do que um hobby, a composição para o médico Luciano Bulcão se tornou uma necessidade. Para dar vida as próprias canções o músico assume o apelido carinhoso dado pela avó: Lunar. O estilo é o que menos importa. Reggae, rock, MPB e tradicionalismo são apenas canais transmissão da poesia.

Os acordes acompanham o compositor bageense desde cedo, quando começou a "arranhar" o violão. As características do sul do Estado são presentes na poética que, segundo o músico, carrega um sotaque gaúcho. A praia do Cassino é hoje a casa do artista que tem em Rio Grande seu público cativo. "Tenho várias músicas tocando nas rádios aqui. Isso é bem estimulante".

O trabalho autoral foi sempre o foco de Luciano. O primeiro álbum Alternativismo, gravado em 2007, é prova da produção abundante. As 14 canções refletem as mais variadas influências musicais do autor. Caetano Veloso, Djavan, Vitor Ramil e Engenheiros do Hawaii têm um pouco de sua sonoridade estampada em uma ou outra música. "Quando a gente é pequeno toca de tudo um pouco no violão, na hora de compôr isso se refletiu muito no meu estilo", conta Lunar.



A formação da Companhia de São Jorge é constituída por Igor Salles na guitarra, Eduardo Escalier na bateria e Duda Lopes no contra-baixo.

Para conhecer melhor as composições de Lunar é só acessar o MySpace do músico.

sábado, 6 de junho de 2009

Plug3



A "História errada" deu certo


Três amigos queriam fazer um som que os identificasse. Relacionamentos e diversão eram temas que deveriam estar presentes. Nascida em Rio Grande, a banda se formou em meados de agosto de 2007.
Impulsionados pela amizade, passaram a se reunir para ensaiar e gravar a música que seria o primeiro single da banda. "História errada" surtiu efeito tão positivo que o grupo decidiu apostar e correr atrás do sonho.
Com o apoio recebido dos amigos, o trio ganhou prestígio e ficou conhecido na cidade. Assim, a plugtrês acumula fãs ( considerados amigos) a cada apresentação. Pelotas, Capão da Canoa, Guaíba, São Leopoldo e até mesmo Porto Alegre já tiveram a plugtrês acima de seus palcos.
Bandas internacionais como Blink182, All Time Low, Green Day e as nacionais como Forfun e Fresno são algumas das incentivadoras do grupo.
Para aqueles que têm interesse em curtir o som dos caras, basta acessar o myspace da banda http://www.myspace.com/plug3, o youtube aravés do link www.youtube.com/bandaplug3 e a comunidade no orkut http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=36442341.

Cacá Borges



Solta o som, Cacá!


Versatilidade é a principal característica do conjunto musical Cacá Borges e banda. Atualmente o grupo se apresenta em casas noturnas que possuem público bastante variado. Por isso, a banda tem definido dois tipos bem diferentes de shows. Um deles é projeto acústico que está virando CD, onde a banda aparece com violão e voz, ou violão, voz e bateria adaptada. O outro estilo é a banda show, onde Cacá se apresenta com o grupo completo. Clássicos do MPB, pop rock, sambarock e rock, tanto estilo nacional quanto internacional, como Beatles, fazem parte do repertório. A proposta da banda é que os frequentadores das casas noturnas possam interagir fazendo pedidos e cantando junto com os músicos. Além de Cacá (voz), integram a banda Jhonny Takahashi (voz e violão), Nataniel Mello (bateria) e eventualmente, Emerson Lobão (baixo), Mel Coimbra (percussão) e Matheus Teixeira (teclados).
Para entrar em contato com Cacá Borges e banda para shows e eventos é só mandar email para cacaborges_rs@hotmail.com.

Hard Fire



Um som que incendeia



Diversão alida a liberdade e ao prazer de curtir um bom som. Esses são antigos lemas surgidos no punk rock dos anos 70 e que ainda vivem na cabeça de muitos jovens. Esse é o pensamento de Micke Pires (guitarra e vocal), Juliano Pizarro (baixo) e Marck Joe (bateria) , da banda Hard Fire. Além da influência punk rock, o grupo nasceu com o espírito de contrariar a qualquer custo, tradicional da tribo.
Em 2005, em um bairro repleto de grupos de pagode, rap e samba, surge uma banda de rock. A iniciativa era muito mais a diversão do que a profissão. Além da diferenças entre os ritmos, havia também a presença de instrumentos pouco convencionais. Os integrantes, muito criativos, chegaram a utilizar baldes e panelas para compor uma bateria. Nada mais punk.
As referências da banda foram variando com o tempo. Pop, grunge e hard core fizeram parte do repertório sem deixar de lado o estilo punk. Ramones, Tequila Baby, Matanza e Raimundos são consideras as principais influências musicais da banda.
O primeiro CD demo da banda já está a caminho. Com previsão de lançamento para setembro, o CD Do céu ao inferno em 3 acordes, promete som de qualidade para quem curte o estilo musical.
Confira o som da banda no site www.palcomp3.com.br/hardfire

Água de Melissa



Para aliviar tensões


Eles aprenderam a utilizar a música para relaxar. Belas melodias combinadas perfeitamente com as letras remetem à sensação de bem-estar. O som é bem trabalhado e as ideias proporcionam sempre um momento para refletir.
A inspiração do nome surgiu de um colega que não largava suas gotinhas de água de melissa, tão utilizadas para tranquilizar. Juntos há oito anos, o pessoal da banda já participou da Cena Musical de Pelotas. De lá para cá, a Água de Melissa passou a trabalhar somente com canções próprias.
Músicas que deram origem ao CD e DVD lançados em 2007. Em março desse ano, a banda ganhou a integração de uma voz feminina, de Gabi Lima.
Músicas, fotos e depoimentos estão no site www.aguademelissa.com.br.

Grafitti05



SambaFunk n` roll


Um pouco de funk, uma pitada de samba e muito rock'n'roll é a receita de sucesso da banda rio-grandina Grafitti05. Juntos há cinco anos, os integrantes se conheceram no período escolar e começaram a tocar covers de seus grupos favoritos. Hoje, o pop/rock alternativo é apresentado com muita qualidade. Charlie Brown Jr e O Rappa são algumas de suas referências iniciais.
As composições ficam principalmente à cargo do vocalista Vinícius Pastorini, que cria as letras com as melodias do guitarrista Wolmer Júnior. Os integrantes ensaiam todo final de semana, sábados e, às vezes, domingo pela manhã. A banda já é bastante reconhecida, tocou em eventos e feiras de Rio Grande e pensa em expandir sua atuação.
A banda deseja gravar um CD com composições próprias e deseja que uma banda apóie seu som alternativo. A perspectiva é que até o segundo semestre de 2009, a banda já esteja no meio fonográfico. Enquanto isso, confira o trabalho da Grafitti05 no site www.palcomp3.com.br/grafitti05 ou www.bandasdegaragem.uol.com.br/grafitti05

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Aero Willys


Motores ligados





Atuar na noite pelotense e consolidar uma carreira no meio dos bares e boates da cidade: esses são os objetivos da banda Aero Willys criada em 2007. Entre o rock and roll e a MPB os integrantes desenvolvem um repertório clássico e atual que contempla Pink Floyd, Audioslave, U2, Bob Marley entre outros artistas.

O ritmo diversificado da banda também aponta para a visão dos músicos, que prezam pela formação: todos os integrantes são ou foram alunos do curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

A Aero Willys é composta por Alessandro Volcan nos vocais, Maurício Veiras na bateria, além do baixista Ottoni de Leon e o guitarrista Marcelo Almeida. "O convívio é o mais importante, é uma banda de amigos, com muito profissionalismo e com muita exigência também", ressaltam.

Para ouvir as músicas acesse: www.myspace.com/aerowillys

Por Pâmela Seyffert

Cavalera

Até os ossos





Irreverência e diversão. Assim a banda punk rock Calavera define o estilo de suas músicas e das apresentações na noite pelotense. Criada há dois anos é atualmente formada por William no baixo, Mike nos vocais, Anderson e Nilton nas guitarras e Lesandro na bateria.

As influências dos músicos são muitas, mas entre os preferidos estão Ramones, Tequila Baby, Replicantes, Cascaveletes, Wander Wildner, Sex Pistols, The Clash e AC/DC. Os ídolos são tão levados a sério que surgiu até mesmo uma parceria com a banda gaúcha de punk rck, Tequila Baby.

O resultado foi uma organização de um show que foi realizado no dia 9 de maio na Original Bier. O guitarrista Anderson lembra que a Tequila Baby não tocava em Pelotas há muito tempo. "O show foi um sucesso com casa lotada", ressaltou.

Para ouvir as músicas acesse: http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/calavera/

Por Pâmela Seyffert

The Raves



A nova cara do rock'n'roll


The Raves com os produtores musicais do Coca-Cola Parc


A história soa um tanto semelhante. Quatro garotos do interior resolvem montar uma banda de rock, sem pretensões, mas com talento musical explícito. Quatro personalidades diferentes que se completam musicalmente falando.

Em 2007 a formação tornou-se completa e, o número mágico da The Raves passou a integrar Guilherme Castilhos no vocal e guitarra, Joaquim Mota no baixo e vocais. Além do guitarrista e backing vocal Matheus Costa e do Baterista César Gularte, vulgo Xedar.

O que parecia sonho de garoto ganhou os palcos dos pubs e festas mais frequentadas da região. E, hoje a banda The Raves está entre os oito finalista do concurso Coca-Cola Parc, com direito a entrevistas para a MTV, TVE e a rádio Pop Rock. "Depois da apresentação as oito bandas vão para voto popular e três irão se apresentar na segunda etapa do evento que ocorre no Rio de Janeiro", ressalta o baixista.

Para ouvir as músicas acesse: http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/theraves/

Por Pâmela Seyffert

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Vetitum

Nitimur in vetitum





"Lançando-me ao proibido, só não permito o ato de proibir é proibido... o que nos resta é seguir". Entre as palavras do poeta Ovídio, surgiu o nome da banda de gothic doom metal Vetitum. O vocal gótico e feminino traz a influência lírica para a levada lenta e instrospectiva.

Formada em 2001, a banda já passou por algumas formações e, atualmente é integrada por Daniela Moreina no vocal, Luisa Branco na bateria, além da guitarrista Paula Oliveirae do baixista Gustava Knopp. Após uma parada de três anos, a Vetitum retorna ao underground pelotense co planos de gravar uma demo e investir em shows fora do Estado. " O cenário da cidade é forte , tem um público fiel", completa Paula.

A inspiração para compor as músicas surge do cotidiano, dos sentimentos de uma maneira geral. "Vem da poesia, não começamos pensando, é uma consequência". Para a baterista, a musicalidade é um sinônimo ao amor sentido em relação à banda e a tudo que ela representa.

Para ouvir as músicas acesse: www.myspace.com/vetitum

Por Pâmela Seyffert

Flor do Asfalto

Na estrada





"É feia, mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio". O trecho do poema A flor de Carlos Drummond de Andrade, é a inspiração. E dela surge uma banda de rock de época que toca para um público seleto em um clima nostálgico.

Criada em maio de 2008, a Flor do Asfalto não tem uma posição exclusivista, no entanto, as músicas apresentadas nos shows não são pops, mas sim canções que agradam os fãs de rock e das décadas de 60 e 70. "Quantas vezes já ouvi em nossos shows, alguém dizer:'Tchê! Não acredito que eles vão tocar essa, muito massa'", destaca o guitarrista Roger Dutra, ao ressaltar que os músicos não estão preocupados em agradar a todos.

A síndrome do excesso de criatividade é o mal que atinge a banda. SEgundo o tecladista Régis Dutra, é impossível juntar todos os músicos sem produzir algo novo e isso se reflete em algumas composições próprias como No looking back e Changing lanes, ambas de autoria do grupo com letras do vocalista Daniel Montezano. "Tocamos rock porque gostamos da sonoridade e do ritmo", completa.

Pra ouvir as músicas acesse: www.myspace.com/bandaflordoasfalto
Por Pâmela Seyffert

Crítica: Lançamento do CD Pimenta Buena

A carreira da Pimenta Buena começou um tanto quanto no sentido inverso. Isso porque o CD, Pimenta Buena, vem sendo divulgado há mais de um ano e só agora, no dia 8 de maio, pode ser formalmente lançado. A dificuldade, já conhecida dos músicos pelotenses, de se gravar um álbum independente é o principal motivo do acontecimento no mínimo curioso.

O público foi quem mais ganhou com a situação, pois, ao invés de simplesmente passar por cima dos sucessos já conhecidos na noite de Pelotas, os pimenteiros trabalharam mais, reformularam algumas melodias e adicionaram qualidade às canções. Hits como La hija de la fortuna e La duena de la calle agradam tanto os fãs da banda quanto quem as ouve sem pretensão.

O show de lançamento refletiu a musicalidade refinada do CD e acrescentou requinte também por meio dos figurinos e do cenário assimétrico recheado de velas e móveis de época. Vicente Botti esbanjou ritmo e simpatia enquanto incorporava o latin lover no palco. Os pontos altos ficaram por conta da dançante Carneavale, em que os músicos dançaram em meio a rosas vermelhas, e da balada Fogatta, executada durante o bis e cantada de cabo a rabo pelos espectadores.


Confira no vídeo uma pitada da apresentação:
http://www.youtube.com/watch?v=CUQvmuKo2R4

Fique de olho
No dia 6 de junho a Pimenta Buena se apresenta no Buena Fiesta Social Club Pelotas na boate Moa apartir das 23hs.

Por Elen Sallaberry

Pimenta Buena


Buenaonda pimentera


Banda mistura a latinidade uruguaia e a cadência brasileira em um som bem trabalhado


Há pouco mais de um ano um som diferente toma conta da cidade. Nas ondas do rádio ou nas casas noturnas, o que se houve é uma mistura de jazz com pop que se propõe a explorar toda a sensualidade da língua espanhola e dos ritmos latinos. A Pimenta Buena faz sucesso na cena independente e já é reconhecida com facilidade por quem aprecia sua identidade própria.


Surgida da interação entre o groove dos brasileiros Daniel Finkler (baixo); André Chiesa (bateria); João Corrêa (guitarra); e a latinidade do uruguaio Vicente Botti (vocal), a música do grupo é marcada por uma poética regional, da fronteira, e ao mesmo tempo universal. "Procuramos combinações diferenciadas como o tango com eletrônico. A música não apresenta limites", afirma Vicente.


O trabalho que envolve a Pimenta, no entanto, não se limita à sonoridade. "Nós estamos 24 horas dentro do projeto, seja construindo o site, o cenário ou os vídeos", conta o vocalista. Nessa empreitada, parceiros como a Nativu Design e a Moviola Filme dão o toque profissional. Diretrizes de cinema, moda, design e artes visuais são as bases para a formação da aura hispânica que envolve a banda e marca sua singularidade.
Confira um pouco da musicalidade e do espírito do pessoal da Pimenta Buena na primeira parte de seu documentário divulgado pelo Youtube.

É isso aí pessoal!

Hola a todos!
Está entrando na blogosfera um veículo que irá divulgar o som de Pelotas.
Com assim?
Bom, bandas de todos os estilos terão lugar aqui para mostrar seu trabalho. Fotos, vídeos e entrevistas são muito bem vindas.
Além disso, haverá espaço para quem precisa de uma banda, ou para uma banda que precise de um músico, deixar o seu recado.
A proposta é integrar a cena independente daqui, para que os artistas possam se conhecer e, quem sabe, até trabalhar em conjunto.

Entre e fique à vontade.

Contatos para participar do megaphonia pelos emails:
elen.sallaberry@gmail.com
pamelaseyffert@gmail.com
andreamaralgm@gmail.com