quarta-feira, 27 de maio de 2009

Vetitum

Nitimur in vetitum





"Lançando-me ao proibido, só não permito o ato de proibir é proibido... o que nos resta é seguir". Entre as palavras do poeta Ovídio, surgiu o nome da banda de gothic doom metal Vetitum. O vocal gótico e feminino traz a influência lírica para a levada lenta e instrospectiva.

Formada em 2001, a banda já passou por algumas formações e, atualmente é integrada por Daniela Moreina no vocal, Luisa Branco na bateria, além da guitarrista Paula Oliveirae do baixista Gustava Knopp. Após uma parada de três anos, a Vetitum retorna ao underground pelotense co planos de gravar uma demo e investir em shows fora do Estado. " O cenário da cidade é forte , tem um público fiel", completa Paula.

A inspiração para compor as músicas surge do cotidiano, dos sentimentos de uma maneira geral. "Vem da poesia, não começamos pensando, é uma consequência". Para a baterista, a musicalidade é um sinônimo ao amor sentido em relação à banda e a tudo que ela representa.

Para ouvir as músicas acesse: www.myspace.com/vetitum

Por Pâmela Seyffert

Flor do Asfalto

Na estrada





"É feia, mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio". O trecho do poema A flor de Carlos Drummond de Andrade, é a inspiração. E dela surge uma banda de rock de época que toca para um público seleto em um clima nostálgico.

Criada em maio de 2008, a Flor do Asfalto não tem uma posição exclusivista, no entanto, as músicas apresentadas nos shows não são pops, mas sim canções que agradam os fãs de rock e das décadas de 60 e 70. "Quantas vezes já ouvi em nossos shows, alguém dizer:'Tchê! Não acredito que eles vão tocar essa, muito massa'", destaca o guitarrista Roger Dutra, ao ressaltar que os músicos não estão preocupados em agradar a todos.

A síndrome do excesso de criatividade é o mal que atinge a banda. SEgundo o tecladista Régis Dutra, é impossível juntar todos os músicos sem produzir algo novo e isso se reflete em algumas composições próprias como No looking back e Changing lanes, ambas de autoria do grupo com letras do vocalista Daniel Montezano. "Tocamos rock porque gostamos da sonoridade e do ritmo", completa.

Pra ouvir as músicas acesse: www.myspace.com/bandaflordoasfalto
Por Pâmela Seyffert

Crítica: Lançamento do CD Pimenta Buena

A carreira da Pimenta Buena começou um tanto quanto no sentido inverso. Isso porque o CD, Pimenta Buena, vem sendo divulgado há mais de um ano e só agora, no dia 8 de maio, pode ser formalmente lançado. A dificuldade, já conhecida dos músicos pelotenses, de se gravar um álbum independente é o principal motivo do acontecimento no mínimo curioso.

O público foi quem mais ganhou com a situação, pois, ao invés de simplesmente passar por cima dos sucessos já conhecidos na noite de Pelotas, os pimenteiros trabalharam mais, reformularam algumas melodias e adicionaram qualidade às canções. Hits como La hija de la fortuna e La duena de la calle agradam tanto os fãs da banda quanto quem as ouve sem pretensão.

O show de lançamento refletiu a musicalidade refinada do CD e acrescentou requinte também por meio dos figurinos e do cenário assimétrico recheado de velas e móveis de época. Vicente Botti esbanjou ritmo e simpatia enquanto incorporava o latin lover no palco. Os pontos altos ficaram por conta da dançante Carneavale, em que os músicos dançaram em meio a rosas vermelhas, e da balada Fogatta, executada durante o bis e cantada de cabo a rabo pelos espectadores.


Confira no vídeo uma pitada da apresentação:
http://www.youtube.com/watch?v=CUQvmuKo2R4

Fique de olho
No dia 6 de junho a Pimenta Buena se apresenta no Buena Fiesta Social Club Pelotas na boate Moa apartir das 23hs.

Por Elen Sallaberry

Pimenta Buena


Buenaonda pimentera


Banda mistura a latinidade uruguaia e a cadência brasileira em um som bem trabalhado


Há pouco mais de um ano um som diferente toma conta da cidade. Nas ondas do rádio ou nas casas noturnas, o que se houve é uma mistura de jazz com pop que se propõe a explorar toda a sensualidade da língua espanhola e dos ritmos latinos. A Pimenta Buena faz sucesso na cena independente e já é reconhecida com facilidade por quem aprecia sua identidade própria.


Surgida da interação entre o groove dos brasileiros Daniel Finkler (baixo); André Chiesa (bateria); João Corrêa (guitarra); e a latinidade do uruguaio Vicente Botti (vocal), a música do grupo é marcada por uma poética regional, da fronteira, e ao mesmo tempo universal. "Procuramos combinações diferenciadas como o tango com eletrônico. A música não apresenta limites", afirma Vicente.


O trabalho que envolve a Pimenta, no entanto, não se limita à sonoridade. "Nós estamos 24 horas dentro do projeto, seja construindo o site, o cenário ou os vídeos", conta o vocalista. Nessa empreitada, parceiros como a Nativu Design e a Moviola Filme dão o toque profissional. Diretrizes de cinema, moda, design e artes visuais são as bases para a formação da aura hispânica que envolve a banda e marca sua singularidade.
Confira um pouco da musicalidade e do espírito do pessoal da Pimenta Buena na primeira parte de seu documentário divulgado pelo Youtube.

É isso aí pessoal!

Hola a todos!
Está entrando na blogosfera um veículo que irá divulgar o som de Pelotas.
Com assim?
Bom, bandas de todos os estilos terão lugar aqui para mostrar seu trabalho. Fotos, vídeos e entrevistas são muito bem vindas.
Além disso, haverá espaço para quem precisa de uma banda, ou para uma banda que precise de um músico, deixar o seu recado.
A proposta é integrar a cena independente daqui, para que os artistas possam se conhecer e, quem sabe, até trabalhar em conjunto.

Entre e fique à vontade.

Contatos para participar do megaphonia pelos emails:
elen.sallaberry@gmail.com
pamelaseyffert@gmail.com
andreamaralgm@gmail.com